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Debate: CHANCES-6 nas Políticas e Programas Sociais e campo Saúde Mental

agosto 9 @ 14:30 - 15:30

A saúde mental está inextricavelmente ligada à pobreza e às chances futuras de vida. Jovens de meios economicamente desfavorecidos enfrentam múltiplas formas de desvantagem cumulativa, limitando suas chances futuras de vida e colocando-as em maior risco de problemas de saúde mental. Um ciclo vicioso ocorre porque os indivíduos com doença mental podem enfrentar deficiências, exclusão e altos gastos com cuidados de saúde, o que pode precipitar ou manter a pobreza.

As transferências de renda tornaram-se a política antipobreza mais popular nos países de baixa e média renda (países de renda baixa e média). As avaliações dessas intervenções antipobreza encontraram efeitos promissores nos resultados socioeconômicos, mas poucos consideraram o impacto na saúde mental. Reunindo campos de pesquisa anteriormente díspares, este projeto procura compreender a dinâmica entre pobreza e saúde mental, examinando o impacto das políticas antipobreza na saúde mental entre os jovens nos países de baixa renda, bem como o impacto das intervenções de saúde mental nas chances de vida e risco futuro da pobreza.

Análises inovadoras e engajamento de partes interessadas, em diferentes populações e contextos em seis países da América Latina e África, gerarão novos conhecimentos críticos para fundamentar abordagens políticas que considerem a saúde mental quando se busca otimizar investimentos e quebrar esse ciclo vicioso.

Métodos

A equipe do estudo conduzirá a análise secundária de dados quantitativos de estudos de intervenções antipobreza, ou seja, transferências de renda (provenientes de sete coortes longitudinais diferentes ou estudos de painel representando seis LMICs diferentes); e intervenções de saúde mental (provenientes de duas revisões sistemáticas de ensaios clínicos randomizados realizados por co-investigadores, que serão atualizados e complementados).

Eles desenvolverão uma estrutura metodológica baseada em técnicas de avaliação quase experimental e desenvolverão modelos estatísticos para explorar:

(1) o impacto da política de combate à pobreza na saúde mental; e

(2) como as intervenções de saúde mental influenciam as chances de vida e o risco de pobreza entre os jovens. Com base nisso, eles usarão técnicas avançadas de modelagem estatística para simular os custos e benefícios de uma intervenção combinada de antipobreza e saúde mental em futuras oportunidades de vida.

O estudo incluirá um componente qualitativo em paralelo, com a equipe de estudo realizando entrevistas semiestruturadas e grupos focais com jovens de circunstâncias economicamente desfavorecidas no Brasil, Colômbia e África do Sul. Eles perguntarão sobre as experiências e o significado da pobreza e da saúde mental nessas diversas culturas, bem como sobre suas experiências de programas de transferência de renda e ideias sobre intervenções. As descobertas informarão a modelagem de simulação.

Fonte: LSE Home

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Detalhes

Data:
agosto 9
Hora:
14:30 - 15:30

Local

R. da Consolação, 930 – Consolação
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Detalhes

Data:
14 14America/Sao_Paulo dezembro 14America/Sao_Paulo 2019
Hora:
13:45
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