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Tarde de 26 de abril - Estive em Vinhedo na semana passada, em evento organizado pela vereadora Katia Tramontano, do PT. A cidade, que fica a menos de 100 km de São Paulo, não tem cinema

Noite de 26 de abril - Cheguei em casa razoavelmente cedo – 22:05. Mas não cedo o suficiente para pegar minha filha acordada, que pena. 

27 de abril - Acabei de ouvir um apresentador da Rádio Trianon acabando comigo. Dizendo que eu – a “dona Soninha” – era uma prova do “baixo nível dos nossos representantes”.

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Sexta, 22 de abril, 11:16.

Algumas coisas pescadas na mídia nos últimos dias:

1) Mais uma reflexão sobre o caso Grafite (jogador do São Paulo que teria ouvido ofensas de teor racista durante a partida contra o Quilmes, um time da Argentina – “teria” porque ninguém tem certeza do que foi dito realmente):

    “A cruzada “ética” contra o racismo muitas vezes se parece com as campanhas de combate às drogas. Quanto mais se reprime o que está visível na superfície, mais se estimula o crescimento do que está abaixo da linha do confessável – mas nem por isso deixa de existir, muito pelo contrário.

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Segunda, 18 de abril, 23:12.

O dia termina com uma sensação besta de frustração. Besta porque não é nada assim tão importante, mas me incomoda assim mesmo.
Hoje de manhã houve um grande ato pelo desarmamento na Câmara, e eu não fui.
Quando o ato foi marcado, eu já tinha programado um Seminário de Esporte no mesmo horário. Cinco convidados confirmados para a mesa, divulgação por panfletos e pela internet... e nenhuma condição de desmarcar e deixar para outro dia!

Eu achei que ia conseguir interromper o seminário por alguns minutos e levar todos os participantes (que quisessem ou concordassem) ao ato pelo desarmamento. Não consegui. Começamos atrasados (às dez horas, que era o horário marcado, quase ninguém havia chegado). Se interrompêssemos o seminário, teríamos problemas com o horário de encerramento. Se eu saísse durante as exposições da mesa, seria absurdamente indelicada. No fim, fiquei ouvindo o coral se apresentar, morrendo de vontade de estar em dois lugares ao mesmo tempo. Como quase sempre...

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Sexta-feira, 15 de abril, 23:43.

A sensação, hoje, é de que eu participei de um campeonato de sumô.
Estou esmagada. Incrivelmente, menos detonada agora do que eu estava às 9:30 da manhã. Acho que é inércia. Depois que consegui me botar de pé e andando, o difícil é parar.
Passei a semana muito, muito frustrada. Entre outras coisas, por não conseguir escrever para o site. Como se essa fosse a coisa mais importante para se fazer... Os problemas da cidade e do mundo não vão melhorar nem um pouco se eu escrever, nem deixar de melhorar só porque o site está desatualizado, mas me incomodo assim mesmo. É importante para mim; deve ser um pouco para quem lê também.

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Há duas semanas, eu tinha um texto prontinho para continuar com a história da navegação maluca pela internet (perdeu? Leia aqui). Só não coloquei no ar no mesmo dia porque a narração ficaria mais interessante em dois capítulos. Quem disse que eu acho ele agora??
Perder relógios, canetas, chaves, é muito irritante. Mas perder um texto inteiro me tira muito do sério.

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Estive em Fortaleza na quinta-feira, participando do Seminário “Cidades Sustentáveis”. Bárbaro.

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02/04/2005 - Caminhos pouco usados

Às vezes eu ainda fico abestalhada com algumas coisas da internet, como se fosse um daqueles índios caricatos de anedota diante de um espelhinho.
Hoje, cismei de procurar um poema que eu sei de cor desde 83, quando ainda estudava na Cultura Inglesa – “Two roads diverged in a yellow wood, and sorry I could not travel both and be one traveller...”. Eu sabia que minha memória estava comendo alguns versos, embora tivesse emendado os pedaços de que me lembrava de um jeito que fazia sentido. Também não me lembrava o nome do autor – “Robert o que”?

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