Mandato da Vereadora Soninha Francine

TCM vê necessidade de grupo de estudos para avaliar se Cohab deve ser extinta

22 de março de 2018

Representantes do TCM (Tribunal de Contas do Município) disseram nesta quarta-feira (21/3) que é necessária a criação de um grupo de estudos para avaliar se a Cohab (Companhia Metropolitana de Habitação) deve ou não ser extinta. Os esclarecimentos foram apresentados aos vereadores da Subcomissão instalada na Câmara Municipal de São Paulo para investigar a instituição.

Durante a reunião, os técnicos foram questionados sobre o relatório do TCM – com 289 irregularidades no trabalho da Cohab – que analisou o período de 2008 a 2012 e apontou que a “Companhia não tem cumprido com a sua vocação e, comprovadamente, seu custo representa um desperdício de dinheiro público e um ônus para a cidade”.

O relatório chegou a sugerir até a extinção da Cohab pela baixa produção. “Sugerimos a criação de um grupo de estudos para avaliar se a Companhia cumpre a sua função. Essa equipe com funcionários da administração pública é que dirá se a Cohab a Cohab deve acabar ou não”, disse o assessor de controle externo do TCM Rosano Maieto.

O chefe de gabinete do presidente do TCM, Antonio Carlos Alves Pinto, concordou. “Na Cohab gasta-se mais do que se produz. É necessário que esse grupo de estudos avalie os valores investidos para a construção de habitação social e para manter a companhia”.

O relator da Subcomissão, vereador Isac Félix (PR), defendeu a criação do grupo de estudos. “A criação dessa equipe é importante para saber o que faremos. Talvez fosse caso até de a Cohab se juntar com a Secretaria Municipal de Habitação”, disse.

A presidente da Subcomissão, vereadora Soninha (PPS), acredita que o grupo de estudos é importante. “No entanto serão necessários mais do que os seis meses recomendados pelo TCM para chegar a uma conclusão do que fazer com a Cohab”, disse.

Comissão de Finanças

A reunião da Comissão de Finanças e Orçamento foi realizada após a reunião da Subcomissão da Cohab e aprovou o Projeto de Resolução (PR) 25/2017, do vereador Eduardo Tuma (PSDB), que institui a Frente Parlamentar de Defesa da Liberdade Religiosa.

O grupo tem uma série de metas, como criar um espaço de debate para as questões relacionadas à Liberdade Religiosa e acompanhar as políticas públicas direcionadas ao tema. “O Brasil é laico e defende a liberdade religiosa. A Frente é fundamental para expor e debater as diferentes religiões e a interação entre elas”, disse o relator do Projeto, vereador Atílio Francisco (PRB).

– Com informações do site da Câmara Municipal

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Last modified: 22 de março de 2018

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