Mandato da Vereadora Soninha Francine

Comitê de Chuvas e Enchentes mapeia infraestrutura de captação pluvial da cidade

28 de março de 2019

Na reunião do Comitê Extraordinário de Chuvas e Enchentes da Câmara, nesta quinta, os vereadores debateram a situação dos bueiros, bocas de lobo e capacidade das galerias e pontos de captação pluvial da cidade. A Soninha é relatora do comitê.

Participaram da reunião o presidente da AMLURB (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana), Edson Tomaz de Lima Filho, o diretor de Gestão de Serviços da AMLURB, Evaldo Azevedo, e Pedro Luiz de Castro, técnico da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras.

Os representantes da AMLURB apresentaram dados do Plano Verão 2018-2019, produzido em conjunto com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergência), em execução de 15/10/2018 ao próximo dia 31 de março.

O Plano Verão concentrou-se em ações voltadas à prevenção, correção e emergências relacionadas às enchentes, como coleta de resíduos de varrição e domiciliar em pontos críticos, limpeza de bueiros, conscientização ambiental e gestão de danos causados por enchentes.

Foram identificados 238 pontos de alagamento e cerca de 8,5 mil bocas de lobo e bueiros, que passaram por limpeza quinzenal ou semanal para suportar o impacto das chuvas e minimizar a possibilidade enchentes.

Segundo o diretor de Gestão de Serviços da AMLURB, Evaldo Azevedo, dos 500 mil bueiros existentes na cidade, 60 mil são limpos mensalmente pela instituição. Azevedo ressaltou que os bueiros localizados em pontos críticos passam por manutenção semanal.

“Sobre número de pontos de alagamento, o plano é baseado nos dados coletados no ano anterior, por isso a diferença apontada. Tanto que a elaboração do Plano 2019-2020 levará em conta este aumento para definir as ações a serem realizadas”

Relatora do comitê, a vereadora Soninha Francine interpelou o técnico da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras Pedro Luiz de Castro, sobre a quantidade de bueiros no município e a capacidade das galerias e pontos de coleta pluvial.

“Se 500 mil bocas de lobo são suficientes, é algo relativo. É preciso analisar caso a caso os fatores que levam a uma enchente em determinada região”

Soninha reforçou que os dados obtidos irão auxiliar na elaboração de um plano de ações.

“Temos que estudar o que existe para que funcione direito, mas sabendo que é necessário pensar em outro sistema a ser implantado, que terá uma capacidade melhor do que a atual”

REQUERIMENTOS

O comitê também aprovou cinco requerimentos dos vereadores Adilson Amadeu (PTB) e Natalini (PV), com a solicitação de documentos ao TCM (Tribunal de Contas do Município) de São Paulo.

Um dos requerimentos convida a prestar esclarecimentos o secretário municipal de Infraestrutura Urbana e Obras, Vitor Aly; o secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo de Castro; o superintendente do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica), Heitor Brandão de Azevedo; e o secretário estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente de São Paulo, Marcos Penido. Também foram convidados especialistas para falar sobre as chuvas e a hidrografia da Capital.

Além de Natalini, Adilson Amadeu e Soninha, estiveram presentes os vereadores Alfredinho (PT), Atílio Francisco (PRB), Camilo Cristófaro (PSB) e Fábio Riva (PSDB).

PRÓXIMA REUNIÃO

A próxima reunião do Comitê Extraordinário de Chuvas e Enchentes está marcada para a próxima quinta-feira (4/4), às 13h, no Plenário da Câmara Municipal de São Paulo.

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Last modified: 28 de março de 2019

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